DE MÃE PARA FILHO...

Aqui se fala do sentimento mais puro e profundo
que é o amor de uma mãe por seus filhos!
Aqui se fala também da vida!

" Não digas onde acaba o dia.
Onde começa a noite.
Não fales palavras vãs.
As palavras do mundo.
Não digas onde começa a Terra,
Onde termina o céu
Não digas até onde és tu.
Não digas desde onde és Deus.
Desfaze-te da vaidade triste de falar.
Pensa, completamente silencioso,
Até a glória de ficar silencioso, Sem pensar."
(Cecília Meireles)


27 de maio de 2011

Ambição com comportamento ético.

As pessoas costumam ter como ambição ganhar muito dinheiro, casar com uma moça ou um moço bonito ou viajar pelo mundo afora.

A mais pobre das ambições é querer ganhar muito dinheiro, porque dinheiro por si só não é objetivo: é um meio para alcançar sua verdadeira ambição, como, por exemplo, viajar pelo mundo.

Já a ética são os limites que você se impõe na busca de sua ambição.

É tudo que você não quer fazer na luta para conseguir realizar seus objetivos. Como não roubar, não mentir ou pisar nos outros para atingir sua ambição, ou seja, é o conjunto de princípios morais que se devem observar no exercício de uma profissão.

A maioria dos pais se preocupa bastante quando os filhos não mostram ambição, mas nem todos se preocupam quando os filhos quebram a ética.

Se o filho colou na prova, não importa, desde que tenha passado de ano, o objetivo maior.

Algumas escolas estão ensinando a nossos filhos que ética é ajudar os outros. Isso, porém, não é ética, é ambição.

Ajudar os outros deveria ser um objetivo de vida, a ambição de todos, ou pelo menos da maioria. Aprendemos a não falar em sala de aula, a não perturbar a classe, mas pouco sobre ética.

O problema do mundo é que normalmente decidimos nossa ambição antes de nossa ética, quando o certo seria o contrário.

E por quê? Por que dependendo da ambição, torna-se difícil impor uma ética que frustrará nossos objetivos.

Quando percebemos que não conseguiremos alcançar nossos objetivos, a tendência é reduzir o rigor ético, e não reduzir a ambição.

O mundo conheceu a história de uma estagiária na casa branca, que colocou a ambição na frente da ética e tirou o partido democrata do poder, numa eleição praticamente ganha, devido ao enorme sucesso da economia na sua gestão.

Não há nada de errado em ser ambicioso, desde que se defina cedo o comportamento ético.

Quando a ambição passa por cima da ética como um rolo compressor, o resultado é o que podemos acompanhar nos noticiários que ocupam as manchetes em nosso país.

Assim, para mudar definitivamente essa situação, é preciso estabelecer um limite para nossa ambição não nos permitindo, em hipótese alguma, violar a ética para satisfação pessoal, em detrimento do coletivo.

Conforme ensinou Jesus, "seja o seu falar: sim, sim, não, não". Seja em que situação for.

E se estiver difícil definir se estamos agindo com ética ou não, basta imaginar como julgaríamos esse ato, se praticado por outra pessoa.

Se o condenamos é porque não é ético. Se o aprovamos e julgamos justo, então podemos seguir em frente.



Defina sua ética quanto antes possível. A ambição não pode antecedê-la, é ela que tem de preceder à sua ambição.

Baseado em artigo de Stephen Kanitz publicado na revista Veja do dia 24 de Janeiro de 2001.

15 de maio de 2011

De mãe para filho....: Filhos..."Presentes".

De mãe para filho....: Filhos..."Presentes".: "'Pais omissos jamais terão filhos 'Presentes'. -Como o mundo está mudado?-No meu tempo não era assim... -Quando eu tinha sua idade...! Tod..."

Filhos..."Presentes".

"Pais omissos jamais terão filhos "Presentes". 
-Como o mundo está mudado?-"No meu tempo não era assim..."
-Quando eu tinha sua idade...


Todos os dias nós, pais e mães, falamos frases como essas ou algo parecido.
Sempre nos referindo a comportamentos, atitudes de filhos ou dos jovens em geral.
Por que será que atualmente tudo nos assusta e nos remete a vivermos reféns de preocupações constantes com nossos filhos?
O fato é que vivemos momentos em que o mundo está dentro do quarto de nossos jovens, logo ali ao lado, basta clicar e estamos conectados, mas não integrados, pois é uma conexão solitária que provoca uma desconexão familiar.
Cada um vivendo seu mundo, suas histórias e quem sabe sua solidão. 
O que fazer para que dentro de uma família haja uma comunicação sadia através de uma linguagem ampla, clara e franca, pensamentos que se completem entre pais e filhos?
O que fazer para que as relações em família sejam harmoniosas, alegres, e enriquecedoras?

Não tenho a resposta mágica,  mas penso que como pais, temos que exercer o poder de persuasão que nos é peculiar, utilizando a experiência que adquirimos ao longo da vida.
Acima de tudo acredito que devemos nos colocarmos no lugar do outro, o que no caso de filhos não é difícil pois todos somos ou já fomos filhos um dia.
Pais devem se comportar como pais!
As vezes os pais pensam que falando a linguagem dos colegas de seus filhos encontram a fórmula mágica para lidar com eles.Se funcionar, parabéns mas não vejo como o melhor método, entendo que filhos precisam de pais, colegas eles já têm aos montes e nem sempre pode-se dizer que são os melhores exemplos.
Pais não precisam necessariamente que falar ou se expressar da mesma forma que os filhos, pais precisam tentar captar os sentimentos, precisam estar atentos às atitudes e as demonstrações do dia a dia nos detalhes, por menores que sejam,  sempre nos trazem algum dado importante sobre nossos filhos.
Pais precisam aprender a ler e entender nas entrelinhas!
Filhos precisam de pais!


Pais omissos jamais terão filhos presentes!
Pais não são donos da verdade, não são perfeitos, porém para os filhos são eles, os pais,que passam a segurança e a experiência  tão necessárias. 
Pais serão pais a vida inteira,filhos, se bem orientados, cuidados e compreendidos serão pais de nossos netos também a vida inteira!
É isso que conta, pais serão sempre pais e filhos serão filhos, simples assim. 
Nós pais,  tivemos o nosso tempo e não podemos inverter os papéis, não podemos transformar nossos  filhos em nossos pais .
Nós pais, devemos sim lançar mão da sabedoria adquirida ao longo de nossas vidas para exercermos com dignidade a nossa principal função na vida que é de educar, acompanhar e preparar nossos filhos.
Nossos filhos, "presentes" em todos os sentidos, agradecem!
(Rose oliveira)










Escrever me faz bem...: De Rose Oliveira para toda família e amigos.

Escrever me faz bem...: De Rose Oliveira para toda família e amigos.

Escrever me faz bem...: Caçador de mim.

Escrever me faz bem...: Caçador de mim.

Escrever me faz bem...: O vento e o tempo

Escrever me faz bem...: O vento e o tempo

Escrever me faz bem...: "Viver e não ter a vergonha de ser felíz."

Escrever me faz bem...: "Viver e não ter a vergonha de ser felíz."

De mãe para filho....: Natureza...respeito é bom e todos agradecemos!

De mãe para filho....: Natureza...respeito é bom e todos agradecemos!

De mãe para filho....: Natureza...respeito é bom e todos agradecemos!

De mãe para filho....: Natureza...respeito é bom e todos agradecemos!

De mãe para filho....: O melhor de mim....

De mãe para filho....: O melhor de mim....

De mãe para filho....: O que esperamos de nossos filhos?

De mãe para filho....: O que esperamos de nossos filhos?

De mãe para filho....: Quero saber...

De mãe para filho....: Quero saber...

De mãe para filho....: AQUARELA(Vinícius E Toquinho)

De mãe para filho....: AQUARELA(Vinícius E Toquinho)

De mãe para filho....: Pausa para ter tempo...

De mãe para filho....: Pausa para ter tempo...

De mãe para filho....: Mãe...Perfeição.

De mãe para filho....: Mãe...Perfeição.

13 de maio de 2011

O que esperamos de nossos filhos?


                "Mãe não quero isso pra mim...não estou feliz!" 




   Desde o nascimento, a vida de nossos filhos passa a fazer parte de nossos anseios e sonhos.

    Ainda pequeninos,no berço, já esperamos que andem,que falem...etc.,

   Quando crescem um pouco já esperamos que chegue logo o dia de irem para a escola.

    Já estudando esperamos ansiosos pelos resultados, pelas notas, pelo desenvolvimento de nossos filhos.

   Chegando à adolescência esperamos que saibam escolher suas amizades, que não se tranquem em seus mundos, que estudem e  passem nos vestibulares.

    Quando ingressam na universidade já estamos esperando que se formem logo.
    Antes mesmo que terminem os estudos já estamos esperando que comece  a trabalhar,para que adquiram sua independência .

   O fato é que estamos sempre esperando por algo relacionado aos nossos filhos, esperamoso "melhor" é claro, porém esquecemos de procurar saber se o que queremos para eles é o  mesmo  que eles querem.  Na maioria das vezes os filhos esperam que nós saibamos o que  não querem que  esperemos deles!

 Não vejo outro instrumento ao nosso alcance que seja capaz de fazer verdadeiros milagres com relação a todas as preocupações, de ambas as partes,que não, o diálogo .

É preciso conversar á exaustão,entender o que se passa na cabeça dos nossos filhos, caso contrário em um belo dia podemos ser surpreendidos com uma voz tímida e embargada,constrangida e amedrontada sem saber como dizer;

"_Mãe não quero isso para mim, não estou feliz."   Uma mãe que sempre esperou tanto para que o filho crescesse, se desenvolvesse, desaba ao ouvir a voz titubeante, nervosa sem graça do filho ao dizer essa frase.

O que temos que entender é que nossos filhos tem todo o direito de escolher o que querem para as suas vidas porque são decisões complexas mesmo e que inseguranças e incertezas..fazem sentido.

 Nós não podemos viver a vida de nossos filhos e muito menos decidir por eles como devem viver!
Em se tratando de profissão, os jovens têm bastante dificuldades, pois são obrigados à decidirem muito cedo, quando ainda são imaturos e não têm uma visão clara do que querem fazer, nem conhecimento suficiente para tomar decisões tão importantes.

É nessa fase que ocorrem os enganos, pois começam uma faculdade e depois lá pelo meio do curso descobrem que não era isso que queriam, e o que estão estudando não tem nada a ver com eles.

A essa altura as mães se descabelam,os pais brigam,enfim a situação fica insuportável para todos da família.

Alguns jovens "chutam" o balde, sem se importarem com a reação dos pais, largam tudo e pronto.Outros se retraem, ficam ansiosos, sofrem porque não querem magoar seus pais, protelam e isso piora mais a situação já que cedo ou tarde essa questão terá que ser discutida e resolvida.

Como mãe o que posso fazer?

Aos jovens que estejam passando por isso, com dúvidas ou que pelo menos já sabem o que não querem para suas vidas, eu digo que não se calem, não percam tempo, não sofram!

Conversem com seus pais, expliquem o que está se passando, peçam ajuda, desabafem!
Não deixem para depois, quanto mais tempo passar, mais o problema se agrava.

O desapontamento dos pais com certeza vai existir, porém é importante que o jovem deixe claro aos pais a sua intenção de continuar, que não quer parar, só mudar.Os pais precisam ouvir isso.

Os pais querem que seus filhos sejam felizes, logo se para ser feliz é preciso mudar...Vamos lá, mãos à obra.".-meu filho eu te apoio, te oriento e juntos vamos superar esse momento..."

O importante é que num momento como esse não podemos dar as costa, ao filho.
Se ele pede ajuda é porque precisa de atenção pois está perdido , sem rumo provalvemente.

Se nós pais, negarmos esse  apoio estamos desapontando ,e muito, nossos filhos.

 Os pais, para os filhos são o porto seguro, não podem falhar nunca, mesmo que em alguns momentos tenhamos que fazer um esforço maior, nosso dever é o de abraçar e apoiar nossos filhos para que possam crescer seguros e tranquilos e levem adiante seus projetos de vida, afinal é isso que esperamos deles, certo?

( Rose Oliveira)








   







De Rose Oliveira para toda família e amigos






O tempo não para....

Quero falar com todos!

Quero ver todos!

Quero que todos me vejam!

Quero trocar figurinhas, jogar conversa fora!

Quero chorar de tanto rir!
Quero andar livre, leve e solta!

Sem o peso do stress nas costas!

Quero espreguiçar de manhã, ouvindo o canto dos passarinhos sem o despertador tocando!

Quero que chegue a hora de não ter hora!

Quero dizer não, dizer sim, dizer sei lá, na hora que quiser sem precisar pensar muito!

Quero ter tempo de cuidar de mim sem descuidar dos outros!

Quero apagar sentimentos ruins, cultivar os bons e nobres!

Quero viver tudo lentamente, sem correrias, pois nem sempre isso foi possível!

Quero andar devagar, porque já tive pressa!

Quero viver sorrindo, porque não tive tempo de perceber que estava séria demais!

Quero aprender a ser mais tolerante e ter mais paciência com aqueles que ainda não atingiram a maturidade!

"Vento, ventania me leve para os quatro cantos do mundo, me leve para qualquer lugar, sem destino..." só para que possa ver onde a chuva nasce e o sol se põe; para que eu possa saber como é caminhar calmamente na areia ou na grama; para que eu possa soltar meus cabelos ao vento, sem medos, mágoas, preocupações.... Só sentir a paz e o encanto do momento mágico.

O tempo voa... a vida passa... e "há tanta vida lá fora."

Vento, ventania me leve, me guie e mas me traga de volta. Assim, o tempo passará mais devagar, porque não tenho pressa de nada. O tempo lento e calmo será meu companheiro para viver tudo que não tive oportunidade até agora. Traga-me de volta, porque aqui estão as minhas raízes, o meu trabalho, a minha história. Aqui está a minha grande e querida família e aqui estão os meus filhos, que são a minha razão de tudo, são a minha alma e são a luz do meu caminho.

Vento, ventania me leve, mas não me deixe só. Quero apenas passear bem devagar, pois já corri demais. Quero cuidar para que momentos felizes como: reunião das famílias; passeios com os filhos; todos na varanda com violão e cantoria; viagens em comboio; domingos em Teresópolis; praia, shopping; almoço no galeto; churrascos para comemorar tudo; algazarra das crianças; comidas das tias; encontro entre todos -irmãos, primos, tios, pais e mães, avós, amigos e amigos dos amigos - ...nunca terminem.

Quero contar e ouvir histórias, aconselhar e receber conselhos, humildemente, quero cantar, dançar, pular, brincar e gargalhar!

Quero conhecer netos e, quem sabe, bisnetos!

Quero, além de tudo, sentir o vento no rosto com uma música do Lulu ao fundo; "NADA DO QUE FOI SERÁ, DE NOVO DO JEITO QUE JÁ FOI UM DIA, TUDO PASSA TUDO SEMPRE PASSARÁ",,, E após tudo isso, quero ouvir o SILÊNCIO!

O tempo também tem o seu tempo, quando, finalmente, o tempo não mais passar para mim (e espero que demore bastante...). Quero que ele continue a passar lentamente para todos que me cercam para que entendam que precisamos uns dos outros e que o alimento da vida é a UNIÃO entre as pessoas, que precisamos ser e estar, fazer e acontecer, com partilhar, cair e levantar, contar e ter com quem contar - tudo de acordo com o destino que está reservado para cada um. E como diz um querido primo: "UM BRINDE AO DESTINO."

Temos que ter história para contar, não vale a pena passar pela vida ou deixar que ela passe por nós sem ter a verdadeira compreensão da dimensão da palavra VIVER. Somos humanos, erramos e acertamos, ganhamos e perdemos, sonhamos e acordamos para a realidade, sofremos e aprendemos que sempre há tempo para um recomeço. O segredo, acho eu, está em adquirir SABEDORIA e aproveitar a MATURIDADE para perceber que recomeçar é essencial. Recomeçar é preciso porque junto com um novo amanhecer nasce a esperança de que "DIAS MELHORES VIRÃO PARA SEMPRE!"











































 Um brinde á vida com água de coco!!!

12 de maio de 2011

O tempo voa... a vida passa... e "há tanta vida lá fora."

"Vento, ventania me leve para os quatro cantos do mundo, me leve para qualquer lugar, sem destino..." só para que possa ver onde a chuva nasce e o sol se põe; para que eu possa saber como é caminhar calmamente na areia ou na grama; para que eu possa soltar meus cabelos ao vento, sem medos, mágoas, preocupações.... Só sentir a paz e o encanto do momento mágico.

O tempo voa... a vida passa... e "há tanta vida lá fora."
( Rose Oliveira)

Pra enrolação…atalho.

''Quanto tempo a gente perde na vida? Se somarmos todos os minutos jogados fora, perdemos anos inteiros. Depois de nascer, a gente demora pra falar, demora pra caminhar, aí mais tarde demora pra entender certas coisas, demora pra dar o braço a torcer. Viramos adolescentes teimosos e dramáticos. Levamos um século para aceitar o fim de... uma relação, e outro século para abrir a guarda para um novo amor, e já adultos demoramos para dizer a alguém o que sentimos, demoramos para perdoar um amigo, demoramos para tomar uma decisão.

Até que um dia a gente faz aniversário. 27 anos. Ou 41. Talvez 48. Uma idade qualquer que esteja no meio do trajeto. E a gente descobre que o tempo não pode continuar sendo desperdiçado. Fazendo uma analogia com o futebol, é como se a gente estivesse com o jogo empatado no segundo tempo e ainda se desse ao luxo de atrasar a bola pro goleiro ou fazer tabelas desnecessárias. Que esbanjamento. Não falta muito pro jogo acabar. É preciso encontrar logo o caminho do gol.
Sem muita frescura, sem muito desgaste, sem muito discurso. Tudo o que a gente quer, depois de uma certa idade, é ir direto ao assunto. Excetuando-se no sexo, onde a rapidez não é louvada, pra todo o resto é melhor atalhar. E isso a gente só alcança com alguma vivência e maturidade.
Pessoas experientes já não cozinham em fogo brando, não esperam sentados, não ficam dando voltas e voltas, não necessitam percorrer todos os estágios. Queimam etapas. Não desperdiçam mais nada.
Uma pessoa é sempre bruta com você? Não é obrigatório conviver com ela.
O cara está enrolando muito? Beije-o primeiro.
A resposta do emprego ainda não veio? Procure outro enquanto espera.
Paciência só para o que importa de verdade. Paciência para ver a tarde cair. Paciência para sorver um cálice de vinho. Paciência para a música e para os livros. Paciência para escutar um amigo. Paciência para aquilo que vale nossa dedicação.

  • Pra enrolação…atalho. ( Martha Medeiros)

11 de maio de 2011

Escrever me faz bem...

“Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando...”
(Clarice Lispector)